19 de jun de 2005

Diários de Scènic

Ai ai....
Eu só escrevo sobre isso, né.
Mas é que tem sido a coisa mais .... digamos... comentável da minha vida.

Hoje, na ida pra natação das crianças, deixei o carro morrer umas 80 vezes. 80. Sério, mesmo. Foi f*da.
Até subiu o sangue.
E eu treeeeeemo.... Quando é que isso passa??
Como é que vocês conseguiram pegar o carro sozinhos?

Se bem que.... O que é que o Bhuda vai fazer se eu não conseguir mais dirigir?

Uma vez, na primeira vez que o Bhuda operou o joelho, eu estava dirigindo o gol preto que ele tinha e bati num ônibus.
O ônibus nem deve ter percebido, mas eu juro que vi pedaços do ônibus caindo, a porta do gol amassando e tudo. Mas não tinha nada. Só ficou uma faixa azul na porta do carro. E nem era grande.
Eu tremia tanto. E chorava desesperada. Foi horrível. Queria largar o carro lá, mesmo, e ir embora.

Agora me veio à mente uma coisa que aconteceu com o meu vô, pai da minha mãe. Ele estava dirigindo e parou num cruzamento. E não conseguiu atravessar. O que ele fez? Trancou o carro, saiu e foi embora. Chegou em casa, deu a chave pra um cunhado e pediu pra ir buscar o carro. Simples, assim.
Hhehehehehehe... Meu vô é o rei das coisas tortas.

AI, Jesus... E ontem, quando a Melissa bateu a cabeça no banco? Quase que eu morro. Eu parei o carro, no meio da rua. O Bhuda me deu bronca, mandou eu ir logo. Mas eu tremi tanto.... E ela chorou.....

Ai como é complicado...

3 comentários:

Bhuda disse...

vamos lá...
qto ao risco do gol, foi apenas um risco azul do parachoque do ônibus, não quebrou nada e o risco saiu com polimento...

qto a cabeça da melissa... eu não dei broooooonca e sim falei (sério) que ela deveria ter calma e seguir...

hehe bjoks minha motorista..

Anônimo disse...

Thá,
até 2 meses atrás, eu pensava em dirigir e me dava um pavro...ficava fazendo e refazendo o percurso na minha cabeça e tudo como um filme....e ainda falei por Marcello, quando esse pavor passa? ele disse que é super normal....e que demoraria pra passar...passou, daqui há duas semanas eu vou pra Rio Preto, 5 horas de viagem eu e as meninas, já d[á um frio na barriga, dor de estômago, mas penso no percurso...e daí meu lado racional fala mais alto....
PRECISO quebrar as barreiras, nunca desista...lute como sempre lutou que v. vence TEUS próprios medos....
é bom ouvir que estou dirigindo bem, do meu pai por exemplo, ele dizze que dirijo acima da média, e o Marcello diz que eu dirijo bem, mas quando a gente ta junto ele palpita o tempo todo, fico nervosa e faça cagadinhas também...ontem ralei o parachoque do carro......um m*rda que fiz, foi na garagem da minha irmã, mas foi falta de luminosidade mesmo...parece uma caver na aquilo e um espaço micro...que mal dá pra tirar as meninas do carro, preciso desce uma delas e depois colar a porta na parece pra descer a outra....a luz de ré não me ajudou em nada, fiquei p*ta da vida comigo, como pude fazer tal cagada? mas me perdoei, afinal foi o frizo...ficou meio feio...mas só dá pra ver se reparar bemmmmmm......não vou me cobrar tanto...to indo bem e v. também não se cobre querida....deixa rolar...todos dirigimos, faemos m*rda no trânsito. v. não será a primeira nem a última...
NMelissa não anda de cadeirinha?
não entendi como ela bateu a cabeça....eu vivo dando umas boas brecadas e o máximo é a Naná chorar porque acordou....a distância é grande pra bater a cabeça no banco ( da frente?????)
bjs e calma, calma, não se cobre, o que vai acontecer a gente não pode controlar, basta estar segura de si, e ter cautela...
bjs
*Sô*

Simone disse...

Thá,

A melhor coisa, na minha opinião, é não sair com quem sabe dirigir. A pessoa fica ansiosa, vc dá seta a pessoa olha no retrovisor. O farol fica amarelo e a pessoa fala "cuidado". É um saco! Quando eu deixava o carro morrer, ligava o pisca "quem quisesse que saisse de trás", respirava fundo e pensava "se todo mundo consegue, eu tb vou conseguir". De ônibus é que não vou andar, com o carro na garagem". Assim foi até que, quando me dei conta, do nada, estava dirigindo como se nada tivesse acontecendo. É assim. Se serve de consolo, meu medo demorou muuuuuito, mas eu saia mesmo assim. Não admitia que o medo fosse maior que eu e que tomasse conta de mim. Vê se coloca essa menina na cadeirinha, hein?! Bjs