15 de mai de 2012

relato do parto da coral

Eu não ia publicar aqui, mas.... Para quem não tem acesso aos Monstrengos....


Ah, um PS sobre o blog dos Monstrengos: gente que me pediu autorização e não recebeu, desculpe. Eu fiquei MUITO encucada porque tinha gente usando fotos de lá por aí, tinha outras pessoas divulgando o blog em sites que eu nunca vi, que não têm nada a ver com a gente nem com o nosso mundo. Enfim, fechei e não vou autorizar todo mundo. Por enquanto, só familiares e amigos chegados.


PS2: eu tenho facebook, é só procurar. Mas falem da onde vocês são, porque senão eu não adiciono. Pelo mesmo motivo do blog dos monstrengos.


PS3: Priscila, a Coral era chamada de amora enquanto não tinha nome. Agora é chamada de amora porque é gorducha e peluda (vide A Era do Gelo 3). Algum dia ela se livra do apelido. Ou não.

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Essa gravidez, a quarta, veio num "sem querer querendo". A gente queria o quarto filho e estava deixando rolar há um certo tempo, mas a gravidez não vinha. A gente tinha encontrado o lugar onde queríamos morar, a casa perfeita, visto, escola legal…. E nada de bebê.
Começamos a achar que o nosso bebê já estava nascido em algum lugar, só esperando por nós. E fomos atrás de adoção.
No dia 16 de agosto, eu comecei a sentir enjôo. Leve, bem leve. Achei que estava ficando gripada. Mas ele piorou. E piorou. Era um ótimo dia, já que iríamos ajudar a sala da Mel a fazer sushi, depois teríamos que ir ao banco conversar sobre o financiamento da casa e de noite, teríamos a primeira reunião para informação sobre adoção. Fizemos tudo, mesmo passando mal. Fomos super animados, em especial à reunião de informações. Saímos cheios de papéis para ler e pensar. 
Antes de decidir, por fim, como meu enjôo não passava, resolvemos fazer um teste de gravidez. E pumba! Estava grávida.

Os enjôos pioraram até ficarem horríveis. Horríveis. Eu morria de fome, de sede, e não conseguia comer nem beber. Nada. Vomitaaaava….. Nada funcionava. Nada. Minha mãe veio do Japão para ajudar com as crianças e fez comidas e comidas para mim: algumas eu comia, outras não…. Até descobrirmos o milk shake. Esse descia, mas dois copos por dia. Mais do que isso, era vômito na certa. 
Recebemos visitas da Ju e do Art e eu achava que estaria melhor, mas não estava muito. Conseguia comer pouco, mas precisava ficar deitada quase o dia inteiro. Um horror! Nem no aniversário de 8 anos da Melissa eu consegui comer o bolo. 
Fiz tratamento com acupuntura, que aliviava mas não fazia milagres. 

Os enjôos chegaram ao fim com as 21 semanas. E aí eu estava com outro problema: o prurido. Coçava muito, tudo. Estava tomando "flax seed oil", por indicação da acupunturista e da parteira, um cogumelo e nada de melhorar. Até que li em algum lugar que iogurte ajudava. Estava tentando qualquer coisa, fui lá. E melhorou! Eu comecei a tomar o iogurte no Japão, quando fui buscar a Melissa (que foi passar as férias com os avós, aproveitando que minha mãe ia embora, foi junto - presente de aniversário mais caro ever) e a melhora foi gradativa, mas muito muito muito significativa. Algum tempo depois, comecei a tomar probióticos ao invés do iogurte porque estava enjoada dele e o efeito foi o mesmo: excelente.

E se seguiram algumas semanas muito boas, sem grandes estresses.

Com umas 35 semanas comecei a sentir contrações mais fortes e comecei a ficar com medo de dirigir. O Bhuda começou a levar e buscar as crianças da escola. Chegava em casa e ficava trabalhando. Coitado.

Na consulta de 36 semanas, a parteira me disse que achava que a Coral estava pélvica. Fazia sentido. Os movimentos estavam estranhos, tinha uma "bola" dura bem nos meus pulmões… Eu não senti ela virar, mas…. Desesperei. hoho. Fui pesquisar. Foram 3 dias de fazer só isso: ler sobre parto pélvico, os riscos, exercícios para fazer o bebê virar….. Além os exercícios, estava tomando homeopatia, fomos fazer acupuntura e quase deixamos um amigo quiroprata de aviso. Durante a acupuntura - e moxabustão - senti movimentos muito fortes. Muito. Não sei se ela virou durante a acupuntura ou antes, mas logo depois fomos fazer um ultrassom e, aleluia, estava de cabecinha para baixo. 
Alívio geral na galera, apesar de eu já estar bem mais tranquila, mesmo se ela continuasse pélvica. Teria tido um parto domiciliar mesmo assim. 

Daí, várias contrações, blá blá blá, e o mês que dura um ano veio. Todo o resto estava ótimo, mas o tempo não passava. Bhuda entrou de férias quando completamos 38 semanas e melhorou um pouco, porque a gente inventava coisas para fazer, eu dormia durante o dia, as coisas eram mais divertidas e relaxadas. Mas ela não resolvia nascer. Até nos preocupamos que ela ia nascer só depois que acabassem as férias do Bhuda. huaahuah….

Eu não sei direito quando entrei em trabalho de parto. De verdade. Em nenhum momento, as contrações ficaram ritmadas. Elas começaram a doer umas duas semanas antes do parto, mas eram bem espaçadas. 

--------- A descrição das contrações: Eu sinto uma leve falta de ar, que vai ficando mais forte. Aí eu sabia que tinha uma contração vindo. Começava a sentir uma dorzinha na parte baixa da barriga, onde eu tenho a cicatriz da cesárea. E a barriga endurecia, a falta de ar ficava mais forte, até começar a passar tudo. Às vezes, elas duravam um minuto e meio. Outras, uns trinta segundos. -----

Ficaram bem doloridas no dia 10 de noite. Eu dormia e acordava com elas, sendo que até então, elas doíam durante o dia, mas quando eu deitava, elas sumiam - ainda bem. Nessa noite, eu não dormi. Achei que a Coral fosse nascer, mas quando os meninos acordaram, me bateu um sono terrível e fui obrigada a dormir. Dormi sentada, no sofá, até ser expulsa porque não cabia tanta gente. Maior decepção! Achei que ela ia nascer na DPP certinha, mas não foi.

Na noite seguinte, também tive mais contrações que me mantiveram acordada. A sorte é que o Bhuda estava de férias e eu podia dormir de dia. Ele cuidaria das crianças. Ele ficou acordado comigo até de madrugada, mas quando percebi que não ia evoluir, mandei ele ir dormir. As crianças maiores acordam cedo, mesmo estando de férias. Ele foi dormir depois de limpar o banheiro. huahuaha.
Mais uma vez, só consegui dormir sentada no sofá, de manhã.

Como teríamos consulta com a parteira no dia 12 de manhã, dormi pouco. Fomos para a consulta com contrações fortes, mas bem espaçadas. Em alguns momentos, 10 em 10 minutos. Em outros, 7 em 7. E aumentava para 15 em 15. 
Ela perguntou se queria que ela checasse se eu estava dilatando. Claro. 3-4 cm, ela perguntou se eu queria que descolasse a membrana. Dei OK. E ainda pedi acupuntura. huahaua, ansiedade master.
Doeu, o descolamento, mas nada absurdo. Saí de lá com contrações ainda mais fortes, mas irregulares. 
Passamos em um shopping, pegamos comida e fomos para casa. No estacionamento do shopping, tive uma contração bem mais forte que as outras. Mas foi uma só. Depois voltou ao "normal".

Em casa, comi que nem um cavalo. E ficamos fazendo nada - brinca com a Lemon, lava roupa, arruma aqui, brinca com as crianças ali, sai pra colher feijoa, goiabinhas…. 

E as contrações doendo, mas espaçadas. Resolvi dormir um pouco e fui para a cama, mas acordava a cada contração. O ruim é que não descansei, mas o bom é que o parto estava chegando.
Minha mãe ficava perguntando de quanto em quanto tempo estavam as contrações, então eu estava contando. 10 em 10, 7 em 7, 9 em 9…. Até desanimava.
Bhuda fez sopa para o jantar e veio me chamar para comer.
Comemos, estava uma delícia, mas não consegui comer muito.

Fui colocar as crianças para tomar banho e o Bhuda foi arrumar a cozinha. Eu estava muito mal humorada e as contrações estavam cada vez mais fortes. Dei várias broncas nas pobres crianças, Bhuda veio escovar os dentes e ler historinha. Demos boa noite e eles dormiram. Era pouco antes das 9 da noite. Tomei banho e o chuveiro era uma delícia. Fiquei um bom tempo enrolando por lá.

Eu estava muito irritada porque estava doendo, mas não entrava em um ritmo. Chegava a ter contrações a cada 2 minutos, mas a próxima demorava 6 minutos para vir. Terrorismo.
Bhuda perguntou se eu queria ver um filme, e eu achei melhor tentar, então fomos. Assistimos "The kids are all right" e eu tendo contrações a cada 5 minutos, mais ou menos. Nas primeiras, Bhuda até pausou o filme, mas depois desistiu. Ele fazia massagem nas minhas costas em todas as contrações, o que ajudava, mas eu já estava gemendo.
Até que consegui ver o filme. Quando terminou, ficamos andando pela casa. Nessa hora, dei o relógio para o Bhuda porque eu não queria mais ter nada que marcasse as horas por perto. Já era quase meia noite e eu falei para o Bhuda que a monstra mini queria nascer na sexta feira 13, mesmo. Rimos. Eu apoiada no balcão da cozinha, ele atrás, fazendo massagem nas minhas costas durante as contrações. Apesar delas não estarem doendo nas costas, ajudava muito. Resolvi acocorar, ele sentou e ficou me apoiando e apertando a lombar. A essa altura, estava doendo bem e estavam variando entre 3 e 5 minutos de intervalo.

Resolvi andar pela casa e passávamos pelo escritório, falava com minha mãe, via o Facebook, olhava as horas (é mania de autotortura)….. Ia ver as crianças dormindo, voltava para o escritório, ia fazer um xixi….. Aliás, xixi era uma tortura, porque eu tinha contração pra abaixar a calcinha, ao sentar, na hora de limpar, logo depois que eu levantava e pra colocar a calcinha. (não perguntem por que eu ainda estava de roupa: eu não sei.)

Voltamos para o escritório e postei que estava doendo e a que a Coral ainda não tinha nascido e fui dar mais uma volta pela casa. Bhuda foi levar a Lemon para fazer xixi e eu fiquei gemendo pela casa. 
Resolvi ir sentar na bola de pilates, para ver se ajudava e lia as mensagens de apoio das pessoas queridas entre as contrações. Obrigada…. <3
Logo depois de uma contração muito forte, senti muita vontade de fazer xixi. Levantei e saí do escritório. Quando cheguei no corredor (cerca de 4 passos), senti um jato: era a bolsa. Falei para o Bhuda que ou eu tinha feito xixi na calça ou eu estava tendo uma hemorragia. Ele falou que era a bolsa todo feliz. Fui pingando água até o banheiro, desesperada! Eu sabia que depois que a bolsa estoura, as contrações ficam mais doloridas e era só isso que passava na minha cabeça. Eu chorei de medo das contrações que estavam por vir. E elas vieram muito, mas muito mais doloridas. Era muita contração, uma depois da outra, e muito doloridas. 

Zé acordou alguma hora, procurou os irmãos e chorou porque eles tinham sumido. hauhaua. Bhuda foi lá ficar com ele e mostrar que os irmão estavam dormindo ainda. 

Acho que na terceira ou quarta contração após o rompimento da bolsa, eu comecei a gritar. O lado bom era que estava acabando. Bhuda, nessa hora, resolveu ligar para a parteira, acho. Não lembro dele ter saído, só lembro dele não estar me apertando as costas. Eu ia da privada para a pia, da pia para a banheira (só me apoiar, não para entrar - não senti a mínima vontade! Nem de chuveiro).
Na verdade, eu ainda queria o parto na água, mas eu não queria entrar na banheira muito cedo e não poder estar nela quando a Coral fosse nascer. Também tinha medo de entrar e o trabalho de parto parar.
Mel apareceu e ficou na porta do banheiro. Eu sabia que devia parar de fazer escândalo, mas era impossível. Eu gritava coisas do tipo "Aiiiii", "tá doendoooooo"….. Ainda bem. Acho que foi só isso. O Zé voltou e ficou por perto da Mel.

Senti vontade de fazer cocô. Clássico. Fui tentar fazer um toque para ver se estava no expulsivo, mas doeu muito e não alcancei a cabeça, então assumi que estava longe e fiquei lá. Eu chorava de dor durante as contrações e nos intervalos…. também. Chorava porque doía e porque eu achava que estava longe.
Eu lembrei que, no parto do Zé, eu acocorei e senti a cabeça dele fácil fácil. E as contrações ainda não estavam tão doloridas como dessa vez. Entrei em desespero.

E eu senti alguma coisa. Pensei: ou é o cocô, ou é a Coral. Pedi para o Bhuda ver se ela estava saindo. Se fosse cocô, bom, ele ia ter que lavar as mãos. Ele falou:
- Thá, levanta da privada. 
Eu não conseguia. Minhas pernas estavam tremendo muito e não tem lugar onde apoiar. Ele insistiu mais, mas mais sério:
- Thá, levanta agora! Ela está saindo!
Eu pensei: 
O homem já tem a mão grande; eu estou ocupando a privada inteira; ele nunca pegou um bebê nascendo; melhor eu levantar ou ela vai nascer dentro da privada, no meio dessa água com xixi, sangue e coiso verde de limpar privada.

Ele me puxou e eu levantei e fiquei assim mesmo, de pé. Foi uma contração muito, muito forte, mas agora eu estava sentindo ela descendo. Bhuda ficou com a mão pronta e eu de pé, em frente a ele, gritando. Bhuda mandou as crianças acordarem o João e eu ouvi:
- João, a Coral tá nascendo!
Só nessa hora eu entendi que ela estava nascendo. haha.

Eu estava sentindo a dor da contração, mas também sentia os movimentos da Coral descendo, virando. Vi o Bhuda tentando encher a banheira, porque ele sabia que eu queria ter o parto na água, hauhauahuahua, mas obviamente não deu tempo. Depois que eu levantei da privada, foram 3 contrações para ela nascer. 
Essas contrações eram diferentes: já não sentia tanto a falta de ar. A dor no baixo ventre era pior, também senti muita pressão nas costas. E junto, sentia os movimentos da Coral. Mas não tinha intervalo! Era uma contração atrás da outra: quando uma começava a aliviar, a próxima começava. 
Senti queimar por duas contrações. Depois da cabeça sair, o corpo escorregou, como das outras duas vezes. Bhuda pegou a Coral, chorando. Ela também chorou. E eu também chorei de alívio e de emoção. Era 1:45 da madrugada.
Bhuda me pediu pra sentar, para me dar a Coral, mas eu não conseguia me mexer. Simplesmente me joguei no chão do banheiro, em cima das toalhas e roupas e tapetes. Vi a cabecinha dela, toda cabeluda! A mais cabeluda dos 4 monstrengos. Ele me deu a Coral, ela chorou mais e pegou o peito, toda sujinha de vérnix (pouco, mas grudado nos cabelos e um pouco no pescoço), linda e perfeita! E fui ver se ela era menina, mesmo. Bhuda riu e disse que já olhou e ela é menina. É, mesmo! Ufa!
Descansei um pouco lá mesmo, os meninos vieram ver a Coral, mas não quiseram encostar porque ela estava melecada. Melissa estava escondida desenhando - o jeito dela de lidar com coisas que assustam. O Bhuda todo sujo de sangue e vérnix, e todo molhado de água da bolsa também acho que não foi muito atraente para eles.

Resolvemos ir para a cama, ela grudadinha em mim, pelada e quentinha. O Bhuda e os meninos junto. Mel veio, mas não quis chegar muito perto. Avisamos minha mãe pelo skype, ela viu a Coral, falou com as crianças e a parteira chegou.

Carly, a parteira, colocou uns lençóis absorventes na cama, conversou com a gente e perguntou se poderíamos cortar o cordão. Já não estava pulsando, então OK. Ela clampeou, ajudou o João a cortar o cordão. João conseguiu cortar quase tudo, bonitinho. Bhuda só terminou de cortar.
Esperamos um pouco, a placenta estava solta e na saída, mas não queria sair. Fiz umas forças, a Carly fez acupuntura e a placenta saiu, inteira. Nenhuma laceração. Tudo ótimo.

----- enquanto eu fazia força para expulsar a placenta, ninguém se interessou e estavam todos em conversas paralelas, ou com a minha mãe, ou entre eles, ou vendo a Coral….. Quando a placenta começou a sair, Zé veio ver. De longe. Falamos que a gente ia fazer churrasco com ela. huahuahuahau. Melissa fez cara de nojo, mas o Zé e o João não entenderam a brincadeira muito bem e não recusaram. hahahahah…. ------

Depois de um tempinho, quando tudo estava mais calmo, pesamos a Coral: 3.750 kg. Hahaha, gorducha. 
Só então as crianças resolveram chegar pertinho, fazer carinho, dar beijo. Mas estavam elétricos e eu e o Bhuda, mortos.
Colocamos Gnomeu e Julieta para eles verem enquanto a máquina lavava as roupas com sangue. Quando acabou o DVD, dormimos. Eu e o Bhuda dormimos, as crianças ainda ficaram um pouco acordadas (mas deitadinhas). Já era quase manhã, mas tudo bem… conta como a primeira noite da família completa. 

No dia seguinte, crianças acordaram às 7 da manhã. Devem ter dormido umas 3, 4 horas. Coral dormiu a noite todinha e boa parte da manhã. Eu também. Bhuda, coitado, acordou e foi ficar com as crianças desde cedo.

Contando como trabalho de parto a hora em que eu comecei a não ouvir mais nada durante as contrações, foram 4 horas e meia até o nascimento da Coral. Mais uma hora e meia até a saída da placenta. 

Doeu, sim, e muito. Mas passou. E rápido. 

Agora é tentar guardar os detalhes para não esquecer…..

12 comentários:

Maíra disse...

Sensacional. Amei. De verdade.
E eu estava ansiosa por esse relato, hehehe.

Anônimo disse...

Thais, muito obrigada por compartilhar, mesmo não querendo. Emocionante. Adorei :o)
Simone, de Botucatu, mãe da Bia e do Matheus

Anônimo disse...

Oii me emocionei ao ler seu relato de parto, lembrei do meu parto a dor era tanta mais depois que nasce e temos aquele bebezinho tão aguardado em nossos braços nao lembramos de mais nada! Muito corajosa vc em ter parto domiciliar aqui no japao nao e muito comum...obrigada por compartilhar conosco
(^_−)−☆bjus
Ana Paula

Lívia disse...

Lindo! :~

ju m. disse...

eu fico lendo seus relatos e eles me parecem você na minha frente me contando... eu vejo a casa, as crianças, os lençóis de sangue, o Bhuda chorando... o mais incrível é tudo soa para mim como uma coisa familiar. como algo que eu sei exatamente como é. louca, né? hauahuaha! vai ver isso sou eu me preparando pra quando for a minha vez! porque eu vou precisar MESMO da sua ajuda! amo-te! só queria poder pegar a Coralita cabeluda no colo antes dela me ensinar a falar inglês! beijo! ; )

nossasaventuras disse...

Estava ansiosa para ler o relato... Adorei.... Só uma duvida, qual o nome dela...rsrsr?
beijos
Janete - Sao Paulo

Anônimo disse...

ui... recordar é viver!
parece que senti as dores.
lindo, doloroso e compensador.
Coral, nome lindo. :)

Beijos,
Cintia - Japão

Mari disse...

Ohhh que lindo!

-Sem palavras-

banzai disse...

Que coragem de vcs! E o seu marido: que tranquilidade? Por outro lado deve ser uma experiência fantástica pra todos vcs, não tem preço isso, eu achei maravilhoso o relato e de vc compartilhar aqui conosco. Seus filhos são fofos demais. E ainda estou nos arquivos (acho que vc ainda está na Espanha. E adorei as indicações dos mangás, eu adoro, mas nem sei o que comprar é mole?)
um beijo pra ti e pros filhos lindos.
madoka

Sewing Mama disse...

Adorei Adorei!! Dei risada, me emocionei, chorei, lembrei da dor, lembrei do meu parto, fiquei apavorada pensando que meu quarto pode ser assim doido!! Parabensss!!!!

Sewing Mama disse...

Foi sem assinatura!! É a Luana Arnhold

samantha e sophia disse...

ai thais... que lindo! já ri, ja chorei e fiquei imaginando as crianças nessa hora tão linda! pena que aki no brasil as coisas sejam tão diferentes... na minha cidade então.. aff... quando resolver engravidar novamente gostaria muito que minha família, principalmente minha sophia participassem ativamente, que fosse em casa, calmo assim... quem sabe? uma bejoca e muita saúde e luz para a coral! beijo beijo