25 de out de 2007

maternidade...

Ai ai.
A coisa é tão complicada, né?

É bom, ter filhos, vê-los crescendo, aprendendo, se desenvolvendo.
Mas é tào difícil!

São muitas perguntas que a gente precisa fazer, muitos conceitos a serem repensados, muito estudo sobre tudo a ser feito.
E olha que a coisa começa no positivo do Beta-hCG. Que médico, quais são os prós e contras de cada tipo de parto, tomar ou não vitaminas, vacinas. Fazer ou não os exames. Porque, por mais que a coisa pareça simples e por que não fazer todos os exames, né? Por que não tomar as vitaminas? Por que não aceitar o que o médico, que estudou por anos, diz?
Bom, eu digo por MIM: não tomo vitaminas porque eu como direito e tenho certeza de que não preciso. Não tomo vacina anti-tétano porque, fala sério... pra quê??? E não faço todos os exames. Só faço os necessários. Não quero saber se meu filho pode ou não ter síndromes. Aliás, pra que saber se seu filho vai ter uma ou outra doença? Eu não abortaria por isso. E aborto é ilegal nessa bostica de país.
E depois, onde ter o bebê? Mais uma questão: que tipo de parto se quer? Eu queria um parto com os filhos. Isso só me dava uma opção: casa. Agora, eu não quero um filho meu recém nascido sendo levado pra longe, ficando horas em observação, tomando vacinas, recebendo agulhadas pra exame, banho, remédios. Isso exclui Pró Matre, Santa Joana, Einstein.

Aí a coisa fica mais difícil: nasceu. Que fralda, que pediatra, que vitamina, que vacinas? Com ou sem chupeta?
Eu quero um pediatra que não seja contra o parto domiciliar, que não receite remédio a torto e à direita, que seja aberto a não vacinação, que não seja intervencionista, que atenda o telefone e deixe substituto pra férias. Eu não dou vitaminas porque não acredito que sejam necessárias e não vacino porque acredito que façam mais mal que bem. E vejam, não digo só porque sou metida a ser diferente, não. Tudo foi estudado, pensado e discutido.

E ainda tem! Como ensinar o bebê a dormir sozinho, quando começar a dar papinha, que tipos? Deixar dormir no berço, no carrinho, na cama dos pais? Aí são muitas teorias e cada família acha uma que caiba na sua vida.

Quando eles vão crescendo, vai piorando: TV sim ou TV não? Que programa, que desenho? Por quanto tempo? Como dizer não? Quando dizer não? Castigo? Tapinha? Conversa?
Agora, a Mel está numa fase de "eu sou adulta e decido por mim mesma". Está terrível. É linda, é verdade. Eu tenho vontade de rir várias vezes. Mas estou penando na mão dessa pequena.

AI ai... quando eles tiverem uns 10 anos, até onde será que vai essa lista? ha ha ha...

2 comentários:

lulu disse...

ah, então já sabe, né? quando eu engravidar vou recorrer a vc pra tirar minhas dúvidas. hahahahaha

Fabiola disse...

A Analy sempre fala em buscar alternativas positivas
Em vez de falar não, buscar outros sins

AI como é difícil!!!!!!!!!!!