30 de nov. de 2006

Final de ano chegandooooo!

O Natal está chegando e a gente ainda precisa preparar tudo. Hahahaha.
Nossa árvore (ou a sombra dela) está comprada e guardada. As bolinhas super mini vermelhas que a Mel escolheu também.
O presente que a gente vai dar também. Agora falta o do Papai Noel.
Como é complicado pedir pra uma libriana decidir o que ela quer de Natal! Ave!

A gente já escolheu o que vai dar pra cada um. Só precisamos sair pra comprar sem eles verem, já que a Melissa vê tudo e percebe tudo. Hahahaha

A gente comprou um presentinho pra ela mês passado. Aí quando perguntei pra ela o que ela queria de Natal ela respondeu que a gente já tinha comprado. Hahahahaahah... ai ai.

Natal sem assado vai ser fogo. Ui ui...

28 de nov. de 2006

As coisas vão mudar, mesmo.

Ah, vão.

Ai aia ia aiaia



Formas de violência contra as mulheres:
A violência contra as mulheres pode se dar de várias formas, dependendo do bem a que atinge ou do local onde ocorre. São elas:

Violência física – Qualquer agressão que se dê sobre o corpo da mulher. Se dá por meio de empurrões, beliscões, queimaduras, mordidas, chutes, socos ou, ainda, pelo uso de armas brancas como facas, estiletes, móveis, etc. ou armas de fogo.

Violência sexual – Qualquer ato onde a vítima é obrigada, por meio de força, coerção ou ameaça, a praticar atos sexuais degradantes ou que não deseja. Ao contrário do que se pensa, este tipo de violência também pode ser perpretada pelo próprio marido ou companheiro da vítima.

Violência psicológica e moral – Este tipo de violência se dá no abalo da auto-estima da mulher, por meio de palavras ofensivas, desqualificação, difamação, proibições de estudar, trabalhar, se expressar, manter uma vida social ativa com familiares e amigas(os), etc. Por não resultar em vestígios físicos ou materiais é de difícil detecção, porém também se constitui em violência que pode ser denunciada e julgada.

Violência patrimonial – Qualquer ato que tem por objetivo dificultar o acesso da vítima à autonomia feminina, utilizando como meio a retenção, perda, dano ou destruição de bem e valores da mulher vitimizada.

Violência institucional – Qualquer ato constrangedor, fala inapropriada ou omissão de atendimento realizado por agentes de órgãos públicos prestadores de serviços que deveriam proteger as vítimas dos outros tipos de violência e reparar as conseqüências por eles causadas.

27 de nov. de 2006

..

E as coisas estão prestes a mudar. De nuevo.

Ó, céus.

23 de nov. de 2006

Mais céu...

Hoje as crianças (as duas) dormiram de tarde (raro). Também, todo mundo gripado...
Bom, o fato é que eu não dormi junto (mais raro).
E fiquei conversando com a lente da minha máquina, que deve estar fungada. Está cheia de pintinhas brancas que estão se espalhando. Hahahahah...
Aí olhei pras crianças e fui fazer um teste no ISO 1600. E não é que fica bonzinho?
Voltando ao assunto, durante o teste, olhei pela janela. Pra olhar o céu, que é a coisa mais linda de Madri. E não é que estava lindo, mesmo?

21 de nov. de 2006

Eu já vi.

Lost, os 6 primeiros episódios da terceira temporada.
ER, os 8 primeiros episódios da décima terceira temporada.
Gilmore Girls, os 4 primeiros da sétima temporada.

Ha ha ha.........

19 de nov. de 2006

Números Familiares

Família Materna:
Minha avó (e meu avô, claro... eu acho) teve uma menina e dois meninos.
Esses filhos tiveram 5 meninas e 1 menino (no total, pelamordedeus).

Família Paterna:
Meus avós tiveram 5 meninos.
Os filhos tiveram, no total, 6 meninas.

Eu e minha irmã tivemos 2 meninos e 1 menina.

Então, provavelmente, se eu tiver mais filhos serão todos.... Meninos.
Ah... tinha que ser.

18 de nov. de 2006

Um Olhar Atento Sobre Paranapiacaba

Para quem quiser ver a exposição on-line, clique aqui.

15 de nov. de 2006

Sonhos

Passado pela escritora mais talentosa que eu tive a chance de conhecer, Renata, fui encarregada de escrever sobre os meus sonhos. Então, voi là!

Eu sonho em não tomar mais leite, nem nada que deriva dele. Pra mim e pra minha família.
Eu sonho com o meu futuro trabalho, de fotógrafa, tirando o peso de sustentar sozinho a casa do Bhuda.
Eu sonho em dirigir, ser mais independente, menos medrosa.
Eu sonho com a nossa casa, com piso de cimento queimado, e parede de caiação, um quintalzão gramado pras crianças brincarem e uma árvore pra eles subirem e caírem e aprenderem a se levantar. Sonho com as tardes que a gente vai ver indo embora durante o jantar, no quintal. Em receber os amigos e rir até o dia amanhecer. Em receber os amiguinhos dos meus filhos, servir bolo, sorvete, fruta, suco. Em ter meus pais brigando comigo de novo porque eu desisti da faculdade, de novo. Em ter meu avô e minha avó mexendo na minha hortinha orgânica.
Eu sonho com um final de ano com a família reunida de novo. Toda a família.
Eu sonho em ver meu marido ser mais reconhecido peo trabalho dele. E sonho em fazê-lo cada dia mais feliz.
Eu sonho com o dia em que os meus filhos vão querer conversar comigo sobre qualquer coisa, já crescidos. Sonho em saber criá-los de um modo que eles não tenham dúvida, nem medo de mim e do Bhuda. Para que saibam que a gente sempre vai estar lá. E que queiram a gente por perto. Eu sonho em saber criá-los para serem adultos responsáveis, sonhadores, ativos, pensadores, criativos, inteligentes.
Eu sonho com a igualdade entre todo o mundo. Onde a África não seja só um espaço mal ocupado lá "embaixo" da Europa. E onde os EUA não façam tudo o que querem por se acharem melhores e por ninguém dizer nada contra.
Eu sonho com a natureza preservada quando meus tataranetos nascerem. E sonho que eles vão poder brincar com água, assim como os meus filhos podem.
Sonho com um mundo menos egoísta, com mais respeito entre tudo e todos.
Sonho com todo mundo fazendo o que pode para melhorar o mundo: economia e reutilização de água, energia, coleta seletiva, uso de produtos reutilizáveis ao invés dos descartáveis, menos transgênicos e agrotóxicos, mais orgânicos, mais saúde; menos carros, mais bicicletas; menos microondas, mais forno.
E sonho em sempre ter algo pra sonhar. Porque de que adianta viver sem sonhar?

Tá, ficou enorme. He he he
Agora passo pro Bhuda, pra Bia, pras Marias, pra e pra Lu.

14 de nov. de 2006

Sete

Já tem 7 anos.
Sete anos desde aquela tardezinha no shopping.

Muito tempo. Mas, ao mesmo tempo, pouco.

E a gente não muda.
As mesmas risadas, as mesmas brigas, as mesmas diferenças.

Sempre igual, mas com tudo diferente.
Agora somos só nós, com duas crianças. Num país estranho.

Mas está sendo legal, né? Diferente.

Agora, ou a gente fica mais unido ou enjoa de vez.
Hahhahahahah!

sick

Estamos todos meio ruins.
Ontem foi o dia.
Eca.
Todo mundo passando mal. Ninguém merece.

12 de nov. de 2006

Madri - coisas estranhas

Faz mais de um mês que a gente está aqui, então, resolvi escrever sobre as coisas estranhas que a gente vê aqui em Madri.
- TODO MUNDO vai aos parques (qualquer parque) de roupa social. É verdade! A mulherada de terninho, meia calça, sapato de bico fino e salto agulha correndo atrás dos filhos de camiseta polo da Lacoste, bermuda bege e uma blusa no ombro. Os pais de camisa social, calça, sapato lustrado, balançando as filhas de vestido de festa, meia calça, sapato boneca envernizado. Eu, hein.
- TODO MUNDO fuma. É uma bosta. E ninguém tem respeito por ninguém. Fica fumando no parquinho, no meio das crianças, baforando cigarro na cara dos outros, sejam adultos ou crianças. Uma bosta.
- A cidade é limpa. Se tem lixo, ou é bosta de cachorro, ou é bituca de cigarro. Ah, que raiva. Que nojo.
- Ninguém respeita farol. Passa mesmo, não tá nem aí. Se alguém pára, ainda leva buzinada. Eca.
- Quem quer dobrar em alguma esquina, nunca pára na faixa de pedestre da rua onde estava. O pessoal pára na esquina, mesmo. Hahhaahahhahah, que esquisito.
- Mulherada tem um cabelo sempre igual. Não sei descrever. Mas é igual.
- Moleque também tem cabelo igual: ou é mullet ou é skinhead. Horrível.
- Mais uma das espanholas: elas usam bermuda com meia calça e sapato social. Hahahaha... Mó feiooooooo!
- Pessoal almoça tarde e janta tarde. A maioria dos restaurantes abre depois do meio dia e fecha às 17:00. Reabre às 20:00 e fecha às 23:00. Eca. Ruim pra gente.
- A língua. Espanhol é um português errado. Ecaaa! Se as crianças aprenderem a falar aqui, pra aprender o português de novo vai ser uma coisa. Meu Deuuuusss!!! Tudo muito estranhoooooo!

Acho que é isso.

Se lembrar, depois posto mais.

11 de nov. de 2006

er

ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!
eu querooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

que paisinho de merda.
ahhhhhhhhhhhhhh!

10 de nov. de 2006

Mudança para vegetarianos

Está sendo suuuuuper tranqüila.
Nem as crianças pediram carne. Incrível! E eles eram do tipo que comem só a carne e deixam o resto de lado.

NADA mudou, além da comida.

Eu ainda decidi parar com o leite, mas continuo com ovo.
(Leite é o mais cruel)
Mas eu aaaaaamo leite. Está sendo difícil. Ontem tive uma recaída. He he he
Mas normal.

Tudo calmo, tranqüilo.
Ainda bem!

8 de nov. de 2006

Outro abaixo-assinado.

Pra tentar melhorar o país, já que aparentemente, eu preciso prestar mais atenção ao Brasil que à África.
Começando aos poucos.
http://www.petitiononline.com/emir

Vai, vai, vai! Tá esperando o quê?

6 de nov. de 2006

faunia



Hoje fomos no Faunia.

A minha parte favorita, de longe, foi o aquário. MARAVILHOSO.

Ai ai..
Posto fotos, porque vou escrever o resto no blog das crianças.






2 de nov. de 2006

Será que ele decidiu?

Hoje o Bhuda completa 25 anos.

O último ano foi tenebroso. Hahahahahaahahha.....
brincadeeeira.

Foram muitas coisas acontecendo, muitas decisões, muitas mudanças, muito estresse.

E esse ano dele já começa diferente: semi-vegetariano (heheh, que tosco), em Madrid, sem bolo feito em casa.
Tudo tem uma primeira vez. Espero que seja bom.

E que venham outros, e outros, e outros.......
E que cada ano seja sempre melhor que o anterior.

Amaaaaaaamos você.

1 de nov. de 2006

10 coisas que eu odeio em mim

(dica para o meu filme favorito secreto)

Direto do blog da Bia!
1 - Minha barriga. Tá que ela nunca foi motivo de orgulho. Mas agora........ Depois das duas barrigas, das estrias, da gordura e da pelanca.....
2 - Minhas unhas extra-fracas. Tenho que tomar vitamina.... Qualquer coisa quebra, lasca. Ah, que droga.
3 - Minha preguicite aguda........... Não gooooosto de ser preguiçosa. Mas eu sou... Luto contra, mas continuo sendo.
4 - Meu vício por refrigerante e chocolate. Ahhhhhh, odeio. Eles ajudam na manutenção do meu corpinho de...... "senhora". Ahhhh, mas não dáááá.....
5 - Meu consumismo. Compro, compro, compro e sempre tenho alguma coisa a comprar.
6 - Minhas marcas de espinha. Eu fui uma adolescente com acne grau ll severo, segundo os vários dermatologistas. Nada melhorava. Mesmo sem estourar (tá, algumas eu estourava, de raiva), fiquei cheeeeeeeeeeia de marca. Dá dó de mim. hahahahahahah
7 - Minha necessidade de terminar o que eu comecei. TUDO o que eu começo, tenho que resolver AGORA. Uma bosta. Que enquanto não termino, não durmo, não como, não vivo, não penso e viro uma bruaca de marca maior.
8 - Minha súbita timidez perto de pessoas não-tão-conhecidas/desconhecidas. Odeeeeeiooooo... Não consigo pensar em nada pra falar, nada pra fazer, nada pra nada. Que saco.
9 - Minha dor nas costas. Todo dia, todo santo dia....... Eu choooooro... Ainda bem que tenho marido que faz massagem.
10 - Minha falta de cérebro. É, me falta cérebro. Bhuda que o diga. hahahahahahahah

Volto em breve com as 10 coisas que eu amo em mim.
Ficou parecendo filme.

Ahhhhh, mas antes!
Quero deixar os parabéns públicos pras minhas duas queridas amigas que descobriram a gravidez: Michela e hdjshadjksabkd (ainda não divulgado. Não vou ser eu, a chata a tornar segredos públicos.)!!! Parabénssssss!!! Beijãooooooooo!