Eu fico assim quando tenho que dirigir muito.
Ao invés de dormir, fico agitada.
Amanhã vamos ao médico do Bhuda. O ortopedista.
Provavelmente vai poder tirar as muletas e a tala.
Ui ui ui.........
Sábado tem churrasco aqui em casa.
E domingo tem Ciranda Discovery Kids - em Campinas. Nós vamos.
30 de jun. de 2005
Closer
Vimos hoje.
Eu gostei. Mesmo.
Um filme de amor.
Mais realista que os outros que eu já vi.
Ai ai...
Eu gostei. Mesmo.
Um filme de amor.
Mais realista que os outros que eu já vi.
Ai ai...
29 de jun. de 2005
Primeira vez
Hoje saí de carro sozinha pela primeira vez.
Foi legal. Não fiz besteira. Não levei buzinada. Não deixei o carro morrer. Não errei o caminho. Não parei torto.
Fui devolver o DVD na locadora e pegar o edredon na lavanderia.
Sem crianças. Os dois estavam dormindo. Ainda bem.
Bom, agora... eu estava no quarto, guardando as roupas passadas. Peguei minha calça, coloquei. Peguei uma blusa, coloquei. Peguei o tênis, coloquei.
Fui pra sala de jantar, onde ficam meus óculos, minha carteira e chave do carro. Coloquei os óculos, peguei a carteira.
Aí pensei bem. Não sabia se ia, mesmo, ou se amarelava de novo.
Fui pro quarto e voltei pra sala umas 3 vezes.
Aí liguei o botão "f**a-se" e falei pro Bhuda. Ele me olhou com uma caaara... Quase desisti.
Me segurei e lembrei que estava esquecendo a chave do carro (básica). Peguei a chave e saí. Tremendo. Mas fui.
E... não foi tão ruim.
Foi legal. Não fiz besteira. Não levei buzinada. Não deixei o carro morrer. Não errei o caminho. Não parei torto.
Fui devolver o DVD na locadora e pegar o edredon na lavanderia.
Sem crianças. Os dois estavam dormindo. Ainda bem.
Bom, agora... eu estava no quarto, guardando as roupas passadas. Peguei minha calça, coloquei. Peguei uma blusa, coloquei. Peguei o tênis, coloquei.
Fui pra sala de jantar, onde ficam meus óculos, minha carteira e chave do carro. Coloquei os óculos, peguei a carteira.
Aí pensei bem. Não sabia se ia, mesmo, ou se amarelava de novo.
Fui pro quarto e voltei pra sala umas 3 vezes.
Aí liguei o botão "f**a-se" e falei pro Bhuda. Ele me olhou com uma caaara... Quase desisti.
Me segurei e lembrei que estava esquecendo a chave do carro (básica). Peguei a chave e saí. Tremendo. Mas fui.
E... não foi tão ruim.
28 de jun. de 2005
Planos pro futuro
Estava conversando com o Bhuda, voltando de Guarulhos, sobre o que eu quero fazer - como profissão - quando as crianças crescerem.
Eu quero fazer muita coisa. Mas não sei de nada.
Quero fazer um curso de desenho e de pintura com lápis de cor. Um sonho antiiiiiiiiiiiigo....... Quero muito. E, pra trabalhar, fazer ilustração de livro infantil. Ponto positivo: poder trabalhar de casa, em modo freela. Ponto negativo: não faço a mínima idéia de como funciona, nem se é difícil arrumar emprego nessa área, se dá pra ser freela. Hehehhehe. Nem sei uma base de $$.
Quero fazer um curso de fotografia. E ser fotógrafa. Tirar foto de criança, bebê, família, grávidas... Do jeito que eu queria que tirassem pra mim. Eu adoro fotografia. Aliás, quem não gosta? Ponto positivo: não vou ter que bater ponto. Vou poder ficar em casa, saindo só pra tirar as fotos. Ponto negativo: lidar muito com pessoas. Não sou muito boa nisso. E acho que o dinheiro é muito pouco.
Queria fazer o curso de Obstetrícia da USP, porque eu me envolvi demaaaais com o assunto parto. Queria me aprofundar mais, poder fazer alguma coisa relacionada a isso. Ponto positivo: poder argumentar com obstetras antiquados e bestas conhecidos de igual pra igual. E poder trabalhar ajudando as mulheres no momento mais mágico da vida delas. Poder ajudar no processo da humanização, que está tão mal interpretado hoje em dia. Ponto negativo: ter que estar disponível o tempo todo.
Queria ser médica. Mesmo. Pediatra. E homeopata. Ponto positivo: não depender de pediatra pra cuidar dos meus filhos. E poder ser a pediatra que eu pedi a Deus. Hehehhehehe. Ponto negativo: precisa de muita dedicação. Eu ia ter que viver a vida de estudante, mesmo. E ia demoraaaar pra eu começar a trabalhar, mesmo.
Sei lá o que eu faço...
Eu quero fazer muita coisa. Mas não sei de nada.
Quero fazer um curso de desenho e de pintura com lápis de cor. Um sonho antiiiiiiiiiiiigo....... Quero muito. E, pra trabalhar, fazer ilustração de livro infantil. Ponto positivo: poder trabalhar de casa, em modo freela. Ponto negativo: não faço a mínima idéia de como funciona, nem se é difícil arrumar emprego nessa área, se dá pra ser freela. Hehehhehe. Nem sei uma base de $$.
Quero fazer um curso de fotografia. E ser fotógrafa. Tirar foto de criança, bebê, família, grávidas... Do jeito que eu queria que tirassem pra mim. Eu adoro fotografia. Aliás, quem não gosta? Ponto positivo: não vou ter que bater ponto. Vou poder ficar em casa, saindo só pra tirar as fotos. Ponto negativo: lidar muito com pessoas. Não sou muito boa nisso. E acho que o dinheiro é muito pouco.
Queria fazer o curso de Obstetrícia da USP, porque eu me envolvi demaaaais com o assunto parto. Queria me aprofundar mais, poder fazer alguma coisa relacionada a isso. Ponto positivo: poder argumentar com obstetras antiquados e bestas conhecidos de igual pra igual. E poder trabalhar ajudando as mulheres no momento mais mágico da vida delas. Poder ajudar no processo da humanização, que está tão mal interpretado hoje em dia. Ponto negativo: ter que estar disponível o tempo todo.
Queria ser médica. Mesmo. Pediatra. E homeopata. Ponto positivo: não depender de pediatra pra cuidar dos meus filhos. E poder ser a pediatra que eu pedi a Deus. Hehehhehehe. Ponto negativo: precisa de muita dedicação. Eu ia ter que viver a vida de estudante, mesmo. E ia demoraaaar pra eu começar a trabalhar, mesmo.
Sei lá o que eu faço...
27 de jun. de 2005
Dançando no Escuro
Vi um pedaço, hoeje, na TV.
A primeira vez que eu vi foi há muito tempo.
Não tinha nem Melissa, nem João.
Tinha Bhuda, mas era bem no começo.
Eu adorei.
Não gosto muito das músicas da Björk, nem gostei das músicas do filme.
Mas que filme...........
Fiquei emocionada demaaaaaaaais quando vi naquela vez.
E fiquei mais emocionada ainda, hoje.
E olha que vi só um pedacinho, mesmo.
Esse filme.... mexeu comigo. Demais.
Vale a pena ver, rever, rerrver, rerrerrever,.....
A primeira vez que eu vi foi há muito tempo.
Não tinha nem Melissa, nem João.
Tinha Bhuda, mas era bem no começo.
Eu adorei.
Não gosto muito das músicas da Björk, nem gostei das músicas do filme.
Mas que filme...........
Fiquei emocionada demaaaaaaaais quando vi naquela vez.
E fiquei mais emocionada ainda, hoje.
E olha que vi só um pedacinho, mesmo.
Esse filme.... mexeu comigo. Demais.
Vale a pena ver, rever, rerrver, rerrerrever,.....
26 de jun. de 2005
Sonhos antigos...
Desde novinha (novinha, mesmo. Tipo uns...... 11 anos) eu tinha o meu ideal de família, que era o que eu queria.
Eu ia fazer faculdade, ser uma veterinária rica (hehehehehehehehe). Ia usar roupa branca, salto alto, brinco, batom, rímel e cabelo preso. Ia ter uma clínica bonitinha.
Ia morar num sobrado, de 3 quartos, com as paredes rosa bebê (breeeeega) e um vasinho de flores na janela do quarto. Ia ter um Tempra (meu sonho de carro, na época).
Ia freqüentar a academia 3 vezes por semana, fazer mestrado e doutorado, ainda ser voluntária em alguma coisa qualquer.
Aí ia conhecer um cara lindão. E ia engravidar.
Mas a gente ia morar em casas separadas.
Ia ter um menino, João Vinícius (sim, esse nome é velho).
E ia continuar trabalhando. Ia levar o João pra clínica com uma babá.
Três anos depois, ia engravidar de novo. Só que, agora, uma menina.
Ia se chamar Ana Paula (mas ficou sem nome logo depois que apareceu a Ana Paula Arósio, porque todo mundo achou que eu tinha escolhido por causa dela). Ela ia ter cabelos cacheados e olhos escuros.
Ela iria comigo e com o João, também pra clínica.
Só que o João já teria começado a ir pra uma escolinha.
Eu ia trabalhar. Depois iria pra casa e ficaria todo o tempo brincando com eles. Não ia ter que fazer comida, nem dar banho, nem nada. Só ia brincar. No quintal do fundo, com grama.
E, quando a ex-Ana-Paula-sem-nome tivesse uns 15 anos, teria outro menino: Guilherme ou Felipe.
O Gilherme-ou-Felipe ia ser gay. Eu já tinha decidido isso, porque os gays são mais carinhosos (na minha concepção da época, eu achava isso) e porque eu sempre detestei essas piadas preconceituosas. Ia mostrar que o Guilherme-ou-Felipe era mais maravilhoso que qualquer outro moleque preconceituoso e babaca que quisesse se comparar ou fazer piada de mau gosto.
Engraçado que nunca pensei em nada sobre parto, casamento.
Pra mim, a vida era assim, simples.
E eu ia continuar sempre jovem, magra (huhuhuhu, nos meus sonhos, eu era), linda (eu também era lindona, tá), de salto alto, brinco, rímel e batom.
O mais engraçado é que nunca imaginei nada depois do Guilherme-ou-Felipe nascer. Hehehehhehehe.....
Acho que eu já sabia que esse era o propósito da minha vida. E o que acontecesse depois, aconteceria. Simples.
Eu ia fazer faculdade, ser uma veterinária rica (hehehehehehehehe). Ia usar roupa branca, salto alto, brinco, batom, rímel e cabelo preso. Ia ter uma clínica bonitinha.
Ia morar num sobrado, de 3 quartos, com as paredes rosa bebê (breeeeega) e um vasinho de flores na janela do quarto. Ia ter um Tempra (meu sonho de carro, na época).
Ia freqüentar a academia 3 vezes por semana, fazer mestrado e doutorado, ainda ser voluntária em alguma coisa qualquer.
Aí ia conhecer um cara lindão. E ia engravidar.
Mas a gente ia morar em casas separadas.
Ia ter um menino, João Vinícius (sim, esse nome é velho).
E ia continuar trabalhando. Ia levar o João pra clínica com uma babá.
Três anos depois, ia engravidar de novo. Só que, agora, uma menina.
Ia se chamar Ana Paula (mas ficou sem nome logo depois que apareceu a Ana Paula Arósio, porque todo mundo achou que eu tinha escolhido por causa dela). Ela ia ter cabelos cacheados e olhos escuros.
Ela iria comigo e com o João, também pra clínica.
Só que o João já teria começado a ir pra uma escolinha.
Eu ia trabalhar. Depois iria pra casa e ficaria todo o tempo brincando com eles. Não ia ter que fazer comida, nem dar banho, nem nada. Só ia brincar. No quintal do fundo, com grama.
E, quando a ex-Ana-Paula-sem-nome tivesse uns 15 anos, teria outro menino: Guilherme ou Felipe.
O Gilherme-ou-Felipe ia ser gay. Eu já tinha decidido isso, porque os gays são mais carinhosos (na minha concepção da época, eu achava isso) e porque eu sempre detestei essas piadas preconceituosas. Ia mostrar que o Guilherme-ou-Felipe era mais maravilhoso que qualquer outro moleque preconceituoso e babaca que quisesse se comparar ou fazer piada de mau gosto.
Engraçado que nunca pensei em nada sobre parto, casamento.
Pra mim, a vida era assim, simples.
E eu ia continuar sempre jovem, magra (huhuhuhu, nos meus sonhos, eu era), linda (eu também era lindona, tá), de salto alto, brinco, rímel e batom.
O mais engraçado é que nunca imaginei nada depois do Guilherme-ou-Felipe nascer. Hehehehhehehe.....
Acho que eu já sabia que esse era o propósito da minha vida. E o que acontecesse depois, aconteceria. Simples.
25 de jun. de 2005
As Bicicletas de Belleville
Vimos hoje.
Meio violento.
Meio triste.
Meio curto.
Mas com final feliz.
Eu gostei.
Do desenho, da música, da história, das cores.
Amei o jeito como fala do amor de uma avó pelo neto.
E amei o cachorro.
Valeu...
PS: pra devolver o filme, fomos os quatro. Coloquei a Melissa no cadeirão, prendi e fomos. Adivinha? A cadeira estava solta, de novo. Só que dessa, vez, sem acidentes. Ufa.
Meio violento.
Meio triste.
Meio curto.
Mas com final feliz.
Eu gostei.
Do desenho, da música, da história, das cores.
Amei o jeito como fala do amor de uma avó pelo neto.
E amei o cachorro.
Valeu...
PS: pra devolver o filme, fomos os quatro. Coloquei a Melissa no cadeirão, prendi e fomos. Adivinha? A cadeira estava solta, de novo. Só que dessa, vez, sem acidentes. Ufa.
Enfermeiraaaaaaaaaaaaa!!
Ai... A Marli foi embora.
Estou de enfermeira de 3.
Do Bhuda, que ainda precisa de ajuda; da Melissa, que está resfriada, mas boazinha; do João, que mama o tempo todo e está resfriado.
Mas.......
Só o tempo diminuiu um pouco.
Então, se eu sumir, estou fazendo massagem em alguém, trocando fralda, fazendo comida, dando remédio, banho.
:oÞ
Estou de enfermeira de 3.
Do Bhuda, que ainda precisa de ajuda; da Melissa, que está resfriada, mas boazinha; do João, que mama o tempo todo e está resfriado.
Mas.......
Só o tempo diminuiu um pouco.
Então, se eu sumir, estou fazendo massagem em alguém, trocando fralda, fazendo comida, dando remédio, banho.
:oÞ
22 de jun. de 2005
Homens
Eu achava tão difícil me imaginar sendo mãe de menino...
Mesmo desde antes engravidar da Melissa, já tinha idéia de ter uma menina. Tanto que a minha primeira tatuagem foi uma anjinha. Sim, no feminino. De cabelos enrolados. E eu fiz pensando na menina que eu teria.
Quando eu engravidei da Melissa, achava que era menina. Mas aí todo mundo falou tanto que era menino que eu acabei achando que era, mesmo. No ultrassom, quando a gente descobriu uma menina... só faltou eu pular de felicidade por aí.
E eu, que nunca gostei de cor-de-rosa, vermelho, fitinha no cabelo, maquiagem, vestido, me peguei escolhendo as roupinhas mais cor-de-rosas, os sapatinhos mais enfeitados, as maria-chiquinhas mais cheias de flores. Pois é... a gente paga a língua.
Eu comecei a colocar cor-de-rosa quando todo mundo vinha perguntar quanto tempo "ele" tinha. Eu estressava. Chegou uma hora que eu fingia que não ouvia. Mas aí... vieram as roupinhas cor-de-rosa. E ninguém mais se confundiu.
E veio o João. João, um menino. Justo quando eu estava apaixonada pelas meninas. Depois de pegar gosto pelas coisinhas mais bregas, pelas calcinhas com babado e meia-calça.
E começamos a comprar roupinhas. Puxa, que lindo aquele vestido. Mas é menino. Então vamos pegar outra coisa. Ai, olha aquela jaqueta cor-de-rosa! Ai... é menino. E olha que macacão lindoooo... Mas tem flor....
Era uma coisa...
Demorou até a gente entender que ia ter que comprar coisas azuis, verdes, amarelas, brancas. Mas, depois de começar, a gente pegou gosto pela coisa.
E começou.... Era "ai, que legal, aquele boné!", "vamos comprar uma bola?", "não seria melhor um azul?", "vermelho?"...
E chegou o moleque. Ai.......... que lindo....
Como eu pude achar menina mais legal?
Porque não tem mais legal. Os dois são legais. De jeitos diferentes, sim.
Comprar roupa cor-de-rosa, fazer cachinho nos cabelos, calcinha, limpar da frente pra trás é muito legal. Eu adoro.
Mas comprar roupinha azul, se preocupar se vai ter fimose ou não, comprar carrinho preto também é muito legal.
Pra falar a verdade, o legal é conhecer o mundo pelo outro lado da coisa, também.
É o máximo a gente se ver em alguém, lembrar de como a gente gostava de trocar a fralda daquela boneca quando a sua filha está fazendo, comprar uma roupa que parecia com aquela que você tinha...
Mas ver como seria legal ter subido naquela árvore, jogado bola no meio dos moleques, fazer xixi de pé, em qualquer lugar, também.
Eu estou amando ter a chance de ver os dois lados da moeda.

E estou amando imaginar como o Bhuda era, se parecia, se fazia isso... aquilo...
Mesmo desde antes engravidar da Melissa, já tinha idéia de ter uma menina. Tanto que a minha primeira tatuagem foi uma anjinha. Sim, no feminino. De cabelos enrolados. E eu fiz pensando na menina que eu teria.
Quando eu engravidei da Melissa, achava que era menina. Mas aí todo mundo falou tanto que era menino que eu acabei achando que era, mesmo. No ultrassom, quando a gente descobriu uma menina... só faltou eu pular de felicidade por aí.
E eu, que nunca gostei de cor-de-rosa, vermelho, fitinha no cabelo, maquiagem, vestido, me peguei escolhendo as roupinhas mais cor-de-rosas, os sapatinhos mais enfeitados, as maria-chiquinhas mais cheias de flores. Pois é... a gente paga a língua.
Eu comecei a colocar cor-de-rosa quando todo mundo vinha perguntar quanto tempo "ele" tinha. Eu estressava. Chegou uma hora que eu fingia que não ouvia. Mas aí... vieram as roupinhas cor-de-rosa. E ninguém mais se confundiu.
E veio o João. João, um menino. Justo quando eu estava apaixonada pelas meninas. Depois de pegar gosto pelas coisinhas mais bregas, pelas calcinhas com babado e meia-calça.
E começamos a comprar roupinhas. Puxa, que lindo aquele vestido. Mas é menino. Então vamos pegar outra coisa. Ai, olha aquela jaqueta cor-de-rosa! Ai... é menino. E olha que macacão lindoooo... Mas tem flor....
Era uma coisa...
Demorou até a gente entender que ia ter que comprar coisas azuis, verdes, amarelas, brancas. Mas, depois de começar, a gente pegou gosto pela coisa.
E começou.... Era "ai, que legal, aquele boné!", "vamos comprar uma bola?", "não seria melhor um azul?", "vermelho?"...
E chegou o moleque. Ai.......... que lindo....
Como eu pude achar menina mais legal?
Porque não tem mais legal. Os dois são legais. De jeitos diferentes, sim.
Comprar roupa cor-de-rosa, fazer cachinho nos cabelos, calcinha, limpar da frente pra trás é muito legal. Eu adoro.
Mas comprar roupinha azul, se preocupar se vai ter fimose ou não, comprar carrinho preto também é muito legal.
Pra falar a verdade, o legal é conhecer o mundo pelo outro lado da coisa, também.
É o máximo a gente se ver em alguém, lembrar de como a gente gostava de trocar a fralda daquela boneca quando a sua filha está fazendo, comprar uma roupa que parecia com aquela que você tinha...
Mas ver como seria legal ter subido naquela árvore, jogado bola no meio dos moleques, fazer xixi de pé, em qualquer lugar, também.
Eu estou amando ter a chance de ver os dois lados da moeda.
E estou amando imaginar como o Bhuda era, se parecia, se fazia isso... aquilo...
21 de jun. de 2005
Festas
Festinha de criança é uma coisa engraçada.
Domingo teve a festinha do Igor, meu sobrinho. Ele era a criança mais quieta da festa. Ficou sentado, vendo Os Incríveis, quase a festa toda. Só resolveu brincar quando só tinha sobrado o Gustavo, meu primo, e um menino, filho de um amigo do Bruno, pai do Igor. E, mesmo assim, brincou pouco.
Acho que a única criança que se divertiu, mesmo, foi o Gu. O moleque não pára!! Correu o tempo todo. Riu, caiu, riu de novo, levou bronca, mas riu de novo. O máximo. Eu acho que criança tem que ser assim, sapeca e feliz.
Eu fiquei quieta, no canto, conversando com as minhas primas, minha tia, a Marli, o Bhuda. Sempre com o João no colo.
Agora... fala sério. Eu fui trocar a fralda dos pequenos e coloquei a mochila nas costas, pra levar tudo. Troquei, coloquei a mochila nas costas de novo e sentei. Com a mochila. Só fui perceber quando não consegui encostar. Hheheheheheh.
E o pior é que fiquei com a mochila nas costas, porque o João mamou e depois dormiu no meu colo, então..... Não podia soltar.
Eu sou desligada. Hehheheehehehhehehe....
Domingo teve a festinha do Igor, meu sobrinho. Ele era a criança mais quieta da festa. Ficou sentado, vendo Os Incríveis, quase a festa toda. Só resolveu brincar quando só tinha sobrado o Gustavo, meu primo, e um menino, filho de um amigo do Bruno, pai do Igor. E, mesmo assim, brincou pouco.
Acho que a única criança que se divertiu, mesmo, foi o Gu. O moleque não pára!! Correu o tempo todo. Riu, caiu, riu de novo, levou bronca, mas riu de novo. O máximo. Eu acho que criança tem que ser assim, sapeca e feliz.
Eu fiquei quieta, no canto, conversando com as minhas primas, minha tia, a Marli, o Bhuda. Sempre com o João no colo.
Agora... fala sério. Eu fui trocar a fralda dos pequenos e coloquei a mochila nas costas, pra levar tudo. Troquei, coloquei a mochila nas costas de novo e sentei. Com a mochila. Só fui perceber quando não consegui encostar. Hheheheheheh.
E o pior é que fiquei com a mochila nas costas, porque o João mamou e depois dormiu no meu colo, então..... Não podia soltar.
Eu sou desligada. Hehheheehehehhehehe....
19 de jun. de 2005
Diários de Scènic
Ai ai....
Eu só escrevo sobre isso, né.
Mas é que tem sido a coisa mais .... digamos... comentável da minha vida.
Hoje, na ida pra natação das crianças, deixei o carro morrer umas 80 vezes. 80. Sério, mesmo. Foi f*da.
Até subiu o sangue.
E eu treeeeeemo.... Quando é que isso passa??
Como é que vocês conseguiram pegar o carro sozinhos?
Se bem que.... O que é que o Bhuda vai fazer se eu não conseguir mais dirigir?
Uma vez, na primeira vez que o Bhuda operou o joelho, eu estava dirigindo o gol preto que ele tinha e bati num ônibus.
O ônibus nem deve ter percebido, mas eu juro que vi pedaços do ônibus caindo, a porta do gol amassando e tudo. Mas não tinha nada. Só ficou uma faixa azul na porta do carro. E nem era grande.
Eu tremia tanto. E chorava desesperada. Foi horrível. Queria largar o carro lá, mesmo, e ir embora.
Agora me veio à mente uma coisa que aconteceu com o meu vô, pai da minha mãe. Ele estava dirigindo e parou num cruzamento. E não conseguiu atravessar. O que ele fez? Trancou o carro, saiu e foi embora. Chegou em casa, deu a chave pra um cunhado e pediu pra ir buscar o carro. Simples, assim.
Hhehehehehehe... Meu vô é o rei das coisas tortas.
AI, Jesus... E ontem, quando a Melissa bateu a cabeça no banco? Quase que eu morro. Eu parei o carro, no meio da rua. O Bhuda me deu bronca, mandou eu ir logo. Mas eu tremi tanto.... E ela chorou.....
Ai como é complicado...
Eu só escrevo sobre isso, né.
Mas é que tem sido a coisa mais .... digamos... comentável da minha vida.
Hoje, na ida pra natação das crianças, deixei o carro morrer umas 80 vezes. 80. Sério, mesmo. Foi f*da.
Até subiu o sangue.
E eu treeeeeemo.... Quando é que isso passa??
Como é que vocês conseguiram pegar o carro sozinhos?
Se bem que.... O que é que o Bhuda vai fazer se eu não conseguir mais dirigir?
Uma vez, na primeira vez que o Bhuda operou o joelho, eu estava dirigindo o gol preto que ele tinha e bati num ônibus.
O ônibus nem deve ter percebido, mas eu juro que vi pedaços do ônibus caindo, a porta do gol amassando e tudo. Mas não tinha nada. Só ficou uma faixa azul na porta do carro. E nem era grande.
Eu tremia tanto. E chorava desesperada. Foi horrível. Queria largar o carro lá, mesmo, e ir embora.
Agora me veio à mente uma coisa que aconteceu com o meu vô, pai da minha mãe. Ele estava dirigindo e parou num cruzamento. E não conseguiu atravessar. O que ele fez? Trancou o carro, saiu e foi embora. Chegou em casa, deu a chave pra um cunhado e pediu pra ir buscar o carro. Simples, assim.
Hhehehehehehe... Meu vô é o rei das coisas tortas.
AI, Jesus... E ontem, quando a Melissa bateu a cabeça no banco? Quase que eu morro. Eu parei o carro, no meio da rua. O Bhuda me deu bronca, mandou eu ir logo. Mas eu tremi tanto.... E ela chorou.....
Ai como é complicado...
17 de jun. de 2005
Canseira
Estou acabada.
Morta.
Exausta.
Eu acordei às 10:00. A gente se trocou, eu arrumei a mala das crianças, troquei a Melissa, tomei leite e saímos. Até aí, já era meio dia.
A Marli tinha terapia às 14:00 e o Bhuda, ortopedista às 16:30.
Então, fomos pra Guarulhos.
Deixamos a Marli no psicólogo e fomos almoçar. No Mc Donald´s. Comi uma salada com frango grelhado, peguei um número 1 pro Bhuda e um Mc Lanche Feliz pra Melissa.
Quando eu pedi o do Bhuda, no caixa, o moleque fechou a conta e disse: R$10,50, moça.
Quando eu falei que ainda tinha mais, ele me olhou espantado. Aí pedi o da Melissa. Ele fechou de novo. Bestinha. Tive que abrir de novo pra pedir a minha salada.
Carreguei tudo pra mesa, botei o João no sling e comi.
A Melissa se divertiu dando batata frita pros pombos. Adorou. Foi muito fofo ver ela rindo.
Depois fomos até o estacionamento da frente do Mc, que é onde o padrinho do Bhuda trabalha, pra dar um oi. Ele estava almoçando. Fomos até a lanchonete. Detalhe: João no sling e Melissa no braço. Uma beleza.
Ai fomos buscar a Marli e fomos pro ortopedista do Bhuda. Detalhe 2: de Guarulhos, a gente tinha que ir pra Perdizes.
E fomos. Eu no volante, claro.
Os pontos estão bonitos (?) e o ortopedista disse que ainda vai esperar mais uma semana pra começar a fisioterapia.
Então, semana que vem estamos lá de novo. Jesus.
E voltamos pra Vinhedo. 18:15 a gente estava dentro de casa. Eu, suando horrores.
Fui fazer a janta. E o João começou a chorar horrores. Peguei o menino, acalmei, levei pro quarto, dei de mamar e coloquei no berço. Ele estava acordado. Fui terminar a janta. Quando a gente estava pra comer, ele tinha acabado de dormir. Tadinho. Sozinho.
Jantamos e fomos, eu, Bhuda e Melissa pra locadora, devolver o filme.
(A gente viu Capitão Sky e o Mundo de Amanhã. ADOREI. Nossa, amei. Ri horrores. Gostei muito, mesmo.)
Dei uma brecada e a Melissa deu uma cabeçada no banco. Tadinha... Quis morrer.
Voltamos pra casa, dei banho no João, coloquei ele pra dormir, de novo.
Vi ER, que eu adoro. E agora a Melissa está aqui do meu lado, dançando Txutxucão. Ninguém merece.
Dirigir cansa. Muito.
Deixo o Bhuda dar o parecer de como eu fui como motorista.
Morta.
Exausta.
Eu acordei às 10:00. A gente se trocou, eu arrumei a mala das crianças, troquei a Melissa, tomei leite e saímos. Até aí, já era meio dia.
A Marli tinha terapia às 14:00 e o Bhuda, ortopedista às 16:30.
Então, fomos pra Guarulhos.
Deixamos a Marli no psicólogo e fomos almoçar. No Mc Donald´s. Comi uma salada com frango grelhado, peguei um número 1 pro Bhuda e um Mc Lanche Feliz pra Melissa.
Quando eu pedi o do Bhuda, no caixa, o moleque fechou a conta e disse: R$10,50, moça.
Quando eu falei que ainda tinha mais, ele me olhou espantado. Aí pedi o da Melissa. Ele fechou de novo. Bestinha. Tive que abrir de novo pra pedir a minha salada.
Carreguei tudo pra mesa, botei o João no sling e comi.
A Melissa se divertiu dando batata frita pros pombos. Adorou. Foi muito fofo ver ela rindo.
Depois fomos até o estacionamento da frente do Mc, que é onde o padrinho do Bhuda trabalha, pra dar um oi. Ele estava almoçando. Fomos até a lanchonete. Detalhe: João no sling e Melissa no braço. Uma beleza.
Ai fomos buscar a Marli e fomos pro ortopedista do Bhuda. Detalhe 2: de Guarulhos, a gente tinha que ir pra Perdizes.
E fomos. Eu no volante, claro.
Os pontos estão bonitos (?) e o ortopedista disse que ainda vai esperar mais uma semana pra começar a fisioterapia.
Então, semana que vem estamos lá de novo. Jesus.
E voltamos pra Vinhedo. 18:15 a gente estava dentro de casa. Eu, suando horrores.
Fui fazer a janta. E o João começou a chorar horrores. Peguei o menino, acalmei, levei pro quarto, dei de mamar e coloquei no berço. Ele estava acordado. Fui terminar a janta. Quando a gente estava pra comer, ele tinha acabado de dormir. Tadinho. Sozinho.
Jantamos e fomos, eu, Bhuda e Melissa pra locadora, devolver o filme.
(A gente viu Capitão Sky e o Mundo de Amanhã. ADOREI. Nossa, amei. Ri horrores. Gostei muito, mesmo.)
Dei uma brecada e a Melissa deu uma cabeçada no banco. Tadinha... Quis morrer.
Voltamos pra casa, dei banho no João, coloquei ele pra dormir, de novo.
Vi ER, que eu adoro. E agora a Melissa está aqui do meu lado, dançando Txutxucão. Ninguém merece.
Dirigir cansa. Muito.
Deixo o Bhuda dar o parecer de como eu fui como motorista.
16 de jun. de 2005
Sonhos para o futuro
Eu quero muito ter mais dois filhos.
Quando a Melissa e o João tiverem uns 10 anos.
A idéia original era ter mais um, só. Mas... Acho que filho mais novo, assim, com essa diferença ia ficar muito mimado. Ia ser quase um filho único.
Isso porque eu me conheço. Sei como eu ia ser com um bebê...
Então, decidimos, eu e o Bhuda, que queremos mais dois. Com 1,5 - 2 anos de diferença. Talvez até menos.
Mas ainda é um projeto pra longe....
E fica sempre aquela pulguinha atrás da orelha: se eu engravidei da Melissa com os ovários cheios de cistos e tomando pílula há mais de 5 anos... E se eu engravidar antes?
Aí engravidou, uai.
Filho, pra mim, é sempre bem vindo.
Fora de hora? Sim. Igual a Melissa.
Mas sempre uma bênção.
Mas a minha idéia é:
Esperar o João ficar maiorzinho (2-3 anos) e colocar numa escolinha com a Melissa. Aí eu presto vestibular, de novo. E faço um curso de fotografia e um de culinária (coisas que eu adoro).
Compramos uma casa.
Presto um concurso ou arrumo um emprego meio período (não quero trabalhar o dia todo, pelo menos até eles crescerem um pouco mais).
Viajamos um pouco.
Temos os outros filhos.
Tiro mais um tempo de folga do serviço pra ficar com os pequenos.
Depois volto a trabalhar.
Parece pouco?
Essas são as minhas metas pro futuro. Pro meu futuro.
É tudo o que eu quero: ver meus filhos cresendo, estar sempre por perto, disponível. E deixar alguma coisa pra eles, caso alguma coisa aconteça comigo e/ou com o Bhuda.
Claro que a gente pode ganhar na Mega Sena. Não vou ficar triste com isso. Hehehehehe
Quando a Melissa e o João tiverem uns 10 anos.
A idéia original era ter mais um, só. Mas... Acho que filho mais novo, assim, com essa diferença ia ficar muito mimado. Ia ser quase um filho único.
Isso porque eu me conheço. Sei como eu ia ser com um bebê...
Então, decidimos, eu e o Bhuda, que queremos mais dois. Com 1,5 - 2 anos de diferença. Talvez até menos.
Mas ainda é um projeto pra longe....
E fica sempre aquela pulguinha atrás da orelha: se eu engravidei da Melissa com os ovários cheios de cistos e tomando pílula há mais de 5 anos... E se eu engravidar antes?
Aí engravidou, uai.
Filho, pra mim, é sempre bem vindo.
Fora de hora? Sim. Igual a Melissa.
Mas sempre uma bênção.
Mas a minha idéia é:
Esperar o João ficar maiorzinho (2-3 anos) e colocar numa escolinha com a Melissa. Aí eu presto vestibular, de novo. E faço um curso de fotografia e um de culinária (coisas que eu adoro).
Compramos uma casa.
Presto um concurso ou arrumo um emprego meio período (não quero trabalhar o dia todo, pelo menos até eles crescerem um pouco mais).
Viajamos um pouco.
Temos os outros filhos.
Tiro mais um tempo de folga do serviço pra ficar com os pequenos.
Depois volto a trabalhar.
Parece pouco?
Essas são as minhas metas pro futuro. Pro meu futuro.
É tudo o que eu quero: ver meus filhos cresendo, estar sempre por perto, disponível. E deixar alguma coisa pra eles, caso alguma coisa aconteça comigo e/ou com o Bhuda.
Claro que a gente pode ganhar na Mega Sena. Não vou ficar triste com isso. Hehehehehe
15 de jun. de 2005
13 de jun. de 2005
Dia dos Namorados
Coisas que só o Bhuda sabe fazer e faz:
1- Aquela carne com cebola que fica uma delícia é a coisa mais rápida que eu já vi;
2- Comer qualquer porcaria que eu faça e dizer que está gostoso;
3- Assistir aos seriados que eu AMO e que não têm a menor graça pra você, sem fazer cara feia nem tentar mudar de canal;
4- Ir dar banho nas crianças enquanto eu vejo ER, mesmo gostando tanto quanto eu;
5- Ligar 3 vezes por dia, mesmo pra não me ouvir falando nada;
6- Gostar daquela cebola tanto quanto eu, mas comer pouco molho, só porque eu amo aquilo de paixão;
7- Falar que eu não estou gorda, nem feia, nem papuda, nem nada, mesmo quando eu estou;
8- Comprar aquela bata linda e cara pra dedéu;
9- Chegar depois de um dia de trabalho, 4 horas de trânsito, ainda colocar a mesa, dar comida pra Melissa, dar banho nas crianças, tomar banho e conversar, mesmo morrendo de sono e cansaço;
10- Dormir no meio de uma conversa, do nada;
11- Comer macarrão, só porque eu adoro;
12- Acordar cedo no domingo e ir no sacolão sozinho, só pra eu poder dormir mais um pouco;
13- Mentir na maior cara de pau e ainda acreditar que eu acreditei;
14- Rir e achar graça quando percebe que eu não acreditei;
15- Reclamar o tempo todo enquanto eu estou dirigindo, mas logo depois de cada reclamação dizer que é normal, que eu estou aprendendo e dirigindo bem;
16- Fazer piadinhas sobre mim e me fazer rir com elas;
17- Comer rúcula, pizza de escarola, vagem, couve-flor, mesmo sem gostar;
18- Pagar por todas as minhas vontades (caras, né. Veja o parto), sem reclamar uma vez;
19- Cantar as músicas pra Melissa 500 000 000 000 de vezes seguidas;
20- Dormir e fingir que não dormiu. Pegar no sono de novo, acordar de novo e continuar fingindo que nunca nem fechou os olhos;
21- Ouvir as minhas músicas e acabar gostando (de tanto ouvir);
22- Ir trabalhar dirigindo, só porque eu quero ir no dermatologista;
23- Ter que trabalhar até mais tarde e ainda me ouvir reclamando pelo telefone;
24- Trocar fralda cheia de cocô reclamando horrores pra depois ficar rindo;
25- Ver programas de culinária só pra ficar comigo;
26- Desistir de ver jogos de futebol ou handball porque tem algum programa que eu quero ver ou porque a Melissa quer ver desenho;
27- Cantar e dançar as músicas da Melissa, na boa, em qualquer lugar, na frente de quem quiser ver;
28- Se matar de trabalhar pra pagar empregada pra eu poder ficar mais tempo com os pequenos e mais tempo sem fazer nada;
29- Acordar mais cedo pra dar banho nos cachorros;
30- Não fazer academia porque eu quero e não posso por causa do João;
31- Bater o carro 80 vezes em um ano e não se machucar em nenhuma (viu Corpo Fechado?);
32- Fazer regime porque eu estou fazendo;
33- Se dispôr a ir ao Outback, mesmo recém operado, porque eu quero ganhar uma caneca;
34- Achar os meus filhos as crianças mais lindas do mundo;
35- Tirar fotos só pra ficar rindo depois:

Amo você.
Obrigada pelo CD lindo do Rob Thomas e pelos dois presentes mais lindos que alguém já ganhou na vida: Melissa e João.
1- Aquela carne com cebola que fica uma delícia é a coisa mais rápida que eu já vi;
2- Comer qualquer porcaria que eu faça e dizer que está gostoso;
3- Assistir aos seriados que eu AMO e que não têm a menor graça pra você, sem fazer cara feia nem tentar mudar de canal;
4- Ir dar banho nas crianças enquanto eu vejo ER, mesmo gostando tanto quanto eu;
5- Ligar 3 vezes por dia, mesmo pra não me ouvir falando nada;
6- Gostar daquela cebola tanto quanto eu, mas comer pouco molho, só porque eu amo aquilo de paixão;
7- Falar que eu não estou gorda, nem feia, nem papuda, nem nada, mesmo quando eu estou;
8- Comprar aquela bata linda e cara pra dedéu;
9- Chegar depois de um dia de trabalho, 4 horas de trânsito, ainda colocar a mesa, dar comida pra Melissa, dar banho nas crianças, tomar banho e conversar, mesmo morrendo de sono e cansaço;
10- Dormir no meio de uma conversa, do nada;
11- Comer macarrão, só porque eu adoro;
12- Acordar cedo no domingo e ir no sacolão sozinho, só pra eu poder dormir mais um pouco;
13- Mentir na maior cara de pau e ainda acreditar que eu acreditei;
14- Rir e achar graça quando percebe que eu não acreditei;
15- Reclamar o tempo todo enquanto eu estou dirigindo, mas logo depois de cada reclamação dizer que é normal, que eu estou aprendendo e dirigindo bem;
16- Fazer piadinhas sobre mim e me fazer rir com elas;
17- Comer rúcula, pizza de escarola, vagem, couve-flor, mesmo sem gostar;
18- Pagar por todas as minhas vontades (caras, né. Veja o parto), sem reclamar uma vez;
19- Cantar as músicas pra Melissa 500 000 000 000 de vezes seguidas;
20- Dormir e fingir que não dormiu. Pegar no sono de novo, acordar de novo e continuar fingindo que nunca nem fechou os olhos;
21- Ouvir as minhas músicas e acabar gostando (de tanto ouvir);
22- Ir trabalhar dirigindo, só porque eu quero ir no dermatologista;
23- Ter que trabalhar até mais tarde e ainda me ouvir reclamando pelo telefone;
24- Trocar fralda cheia de cocô reclamando horrores pra depois ficar rindo;
25- Ver programas de culinária só pra ficar comigo;
26- Desistir de ver jogos de futebol ou handball porque tem algum programa que eu quero ver ou porque a Melissa quer ver desenho;
27- Cantar e dançar as músicas da Melissa, na boa, em qualquer lugar, na frente de quem quiser ver;
28- Se matar de trabalhar pra pagar empregada pra eu poder ficar mais tempo com os pequenos e mais tempo sem fazer nada;
29- Acordar mais cedo pra dar banho nos cachorros;
30- Não fazer academia porque eu quero e não posso por causa do João;
31- Bater o carro 80 vezes em um ano e não se machucar em nenhuma (viu Corpo Fechado?);
32- Fazer regime porque eu estou fazendo;
33- Se dispôr a ir ao Outback, mesmo recém operado, porque eu quero ganhar uma caneca;
34- Achar os meus filhos as crianças mais lindas do mundo;
35- Tirar fotos só pra ficar rindo depois:
Amo você.
Obrigada pelo CD lindo do Rob Thomas e pelos dois presentes mais lindos que alguém já ganhou na vida: Melissa e João.
12 de jun. de 2005
voltamos vivos
Acabamos de voltar.
Ai que canseira.
O Bhuda está bem. Com dor, claro. Quase não consegue se mexer, mas está bem. A cirurgia foi bem.
Ele teve que tirar um pedaço do ligamento do joelho esquerdo pra colocar no direito, já que ele já tinha tirado do direito na primeira cirurgia. E tinha que ser aquele ligamento por causa do tamanho e do peso dele.
Enfim, está com os dois joelhos operados, então, está péssimo pra andar, sentar, levantar. Mas....
Eu consegui dirigir. Fui de Vinhedo pra Guarulhos (fácil, porque é só rodovia: Anhanguera, Bandeirantes, Marginal Tietê e Dutra). Minha mãe me levou até o hospital antes de abrir a loja pra eu trazer o carro (que tinha ido pro hospital com o Bhuda) . Então, voltei do hospital Samaritano (Higienópolis) até Guarulhos. E depois Guarulhos - Vinhedo.
Até que não fui tão mal (e nem tão bem). hehehehe.
Só que nunca sozinha.
Só vou ter que me virar essa semana pra comprar verdura. E tirar dinheiro.
Depois dou mais notícias.
Ai que canseira.
O Bhuda está bem. Com dor, claro. Quase não consegue se mexer, mas está bem. A cirurgia foi bem.
Ele teve que tirar um pedaço do ligamento do joelho esquerdo pra colocar no direito, já que ele já tinha tirado do direito na primeira cirurgia. E tinha que ser aquele ligamento por causa do tamanho e do peso dele.
Enfim, está com os dois joelhos operados, então, está péssimo pra andar, sentar, levantar. Mas....
Eu consegui dirigir. Fui de Vinhedo pra Guarulhos (fácil, porque é só rodovia: Anhanguera, Bandeirantes, Marginal Tietê e Dutra). Minha mãe me levou até o hospital antes de abrir a loja pra eu trazer o carro (que tinha ido pro hospital com o Bhuda) . Então, voltei do hospital Samaritano (Higienópolis) até Guarulhos. E depois Guarulhos - Vinhedo.
Até que não fui tão mal (e nem tão bem). hehehehe.
Só que nunca sozinha.
Só vou ter que me virar essa semana pra comprar verdura. E tirar dinheiro.
Depois dou mais notícias.
10 de jun. de 2005
viagem
Hoje vamos pra SP. E eu vou dirigindo.
De noite, sim.
O Bhuda vai chegar do serviço, sair pra comprar comida enquanto eu dou banho nos pequenos e arrumo as últimas coisas na mala.
Depois vamos comer vendo Gilmore Girls e ir pra Guarulhos.
(Vou perder ER... Ainda bem que domingo vamos ter que ficar em casa. huhuhu)
Vamos ficar lá essa noite porque o Bhuda tem que estar no hospital às 4:00 da manhã. Legal, né?
Vou ficar a sexta de bobeira, lá.
E sábado voltamos.
Home sweet home.
Ai, já estou nervosa.
De noite, sim.
O Bhuda vai chegar do serviço, sair pra comprar comida enquanto eu dou banho nos pequenos e arrumo as últimas coisas na mala.
Depois vamos comer vendo Gilmore Girls e ir pra Guarulhos.
(Vou perder ER... Ainda bem que domingo vamos ter que ficar em casa. huhuhu)
Vamos ficar lá essa noite porque o Bhuda tem que estar no hospital às 4:00 da manhã. Legal, né?
Vou ficar a sexta de bobeira, lá.
E sábado voltamos.
Home sweet home.
Ai, já estou nervosa.
9 de jun. de 2005
8 de jun. de 2005
Ainda dirigindo.
Ontem fomos devolver outro DVD e comprar produto de limpeza e arroz e feijão (que a gente tinha esquecido) no mercado.
Fui dirigindo, de novo.
De tarde, quase saí pra comprar o presente do Bhuda, mas não fui. Peguei a roupa pra me trocar, mas desisti antes de colocar a calça.
Sim, eu sou medrosa. Mas está passando... Já peguei a roupa. DA próxima vez eu troco de roupa.
Quando eu pegar a chave do carro, já era porque a Melissa sabe. Aí vou ter que sair.
Ui, que meda.
Fui dirigindo, de novo.
De tarde, quase saí pra comprar o presente do Bhuda, mas não fui. Peguei a roupa pra me trocar, mas desisti antes de colocar a calça.
Sim, eu sou medrosa. Mas está passando... Já peguei a roupa. DA próxima vez eu troco de roupa.
Quando eu pegar a chave do carro, já era porque a Melissa sabe. Aí vou ter que sair.
Ui, que meda.
6 de jun. de 2005
Vários...
Dieta:
Pesei, hoje, em outra farmácia: 65,4 kg. Não mudou nada da semana passada. Estou estressando.
Carro:
Hoje dirigi o dia inteiro. Inteiro. Acordamos, fomos no sacolão comprar verduras, frutas e legumes. Eu, dirigindo. Tremendo. Mas fui.
Depois, pro shopping Dom Pedro Campinas. Tremi horrores. Demorei dois séculos pra ir e 20 pra voltar. Mas foi legal.
Fora que eu bati o retrovisor no coisinho que solta o cartão na entrada do shopping. Heheheh.
Voltamos pra casa, descansei uns minutos e fomos pra locadora devolver o filme. E direto pro mercado.
Fiz várias cagadas, deixei o carro morrer várias vezes, mas consegui.
Ufa....
Só quero ver sair do hospital com o Bhuda e vir pra Vinhedo. Uiii....
Estrias:
Fui na natação com o João.
Achei que ia ficar super incomodada com as estrias horrendas, mas até que não foi tão mal.
Final de semana:
Super corrido. A gente tinha 800 coisas pra fazer no sábado, em SP, mas não fizemos nem metade.
/pelo menos eu revi que dirigir não é tãããão ruim...
Mas que cansa, cansa. Estou exaaaaausta.
Pesei, hoje, em outra farmácia: 65,4 kg. Não mudou nada da semana passada. Estou estressando.
Carro:
Hoje dirigi o dia inteiro. Inteiro. Acordamos, fomos no sacolão comprar verduras, frutas e legumes. Eu, dirigindo. Tremendo. Mas fui.
Depois, pro shopping Dom Pedro Campinas. Tremi horrores. Demorei dois séculos pra ir e 20 pra voltar. Mas foi legal.
Fora que eu bati o retrovisor no coisinho que solta o cartão na entrada do shopping. Heheheh.
Voltamos pra casa, descansei uns minutos e fomos pra locadora devolver o filme. E direto pro mercado.
Fiz várias cagadas, deixei o carro morrer várias vezes, mas consegui.
Ufa....
Só quero ver sair do hospital com o Bhuda e vir pra Vinhedo. Uiii....
Estrias:
Fui na natação com o João.
Achei que ia ficar super incomodada com as estrias horrendas, mas até que não foi tão mal.
Final de semana:
Super corrido. A gente tinha 800 coisas pra fazer no sábado, em SP, mas não fizemos nem metade.
/pelo menos eu revi que dirigir não é tãããão ruim...
Mas que cansa, cansa. Estou exaaaaausta.
4 de jun. de 2005
Dieta
Ai, como tá difícil....
A cara de pau é imensa. Na quarta, dia de filme (é metade do preço. Heheh), fizemos fondue. Sim, de chocolate. Ai, que delícia.....
Mas foi. E a gente não extrapolou tanto. Eu passei 6 pontos da minha meta. Não é um absurdo, mas passei. Snif snif snif.
E ontem comi uns pedaços do chocolate que sobraram. Ai, que droga. Claro, passei de novo.
Por que eu não consigo me controlar??
Mas como esse trem é bom.....
Hoje vai ser frango na janta. Sem salada, porque acabou. heheheh
A cara de pau é imensa. Na quarta, dia de filme (é metade do preço. Heheh), fizemos fondue. Sim, de chocolate. Ai, que delícia.....
Mas foi. E a gente não extrapolou tanto. Eu passei 6 pontos da minha meta. Não é um absurdo, mas passei. Snif snif snif.
E ontem comi uns pedaços do chocolate que sobraram. Ai, que droga. Claro, passei de novo.
Por que eu não consigo me controlar??
Mas como esse trem é bom.....
Hoje vai ser frango na janta. Sem salada, porque acabou. heheheh
3 de jun. de 2005
Coisas que eu mudaria em mim
- o sono absurdo
- a preguiça
- os vícios
- o medo de situações novas
- o jeito "tanto faz" e "tá bom, assim mesmo" em tudo
- a falta de romantismo
- os lapsos de memória (constantes)
- o jeito mimado de "eu quero e quero agora. Senão..."
- não ser decidida
- não saber falar de um jeito que não magoe, não ofenda, não deixe mal entendidos
- não saber conversar
- a preguiça
- os vícios
- o medo de situações novas
- o jeito "tanto faz" e "tá bom, assim mesmo" em tudo
- a falta de romantismo
- os lapsos de memória (constantes)
- o jeito mimado de "eu quero e quero agora. Senão..."
- não ser decidida
- não saber falar de um jeito que não magoe, não ofenda, não deixe mal entendidos
- não saber conversar
2 de jun. de 2005
Sonhos
De vez em quando eu tenho sonhos esquisitos.
Essa manhã, por exemplo, eu tive um dos mais esquisitos, mas recorrentes sonhos. Eu já tive um igual ou bem parecido. Quem sabe uma continuação? Mas eu lembro de coisas e detalhes estranhos...
Foi assim:
Eu estava com o Bhuda e a gente queria revelar umas fotos. E tinha alguém com a gente. Não lembro se era a Marli (sogra) ou minha mãe. A gente foi pra um shopping tipo shopping de praia: térreo e de madeira, com lugares abertos. Aí, não sei porque, mas o nome do lugar que revelava foto era "bhudathais". E a gente deixou as fotos pra serem reveladas.
E saímos. De repente, eu estava numa reunião de uma organização secreta (heheheh) vendo fotos e ouvindo um pouco sobre cada "inimigo" que estava por lá (no shopping, ainda). E eu conhecia as pessoas que estavam naquela sala. Todas. Sabia o nome, a idade, o telefone...
Enfim, a gente se dividiu em duplas e foi embora, atrás dos inimigos. A minha dupla era um homem, já tiozinho. Agora não lembro o nome dele, mas lá na hora eu lembrava. E a gente foi ao banheiro, que era o nosso "território de busca".
O banheiro era um capítulo à parte: tinha duas portinhas no meio. A da esquerda ia pro banheiro masculino e a direita pro feminino. O mais engraçado era que todo mundo (inclusive as mulheres) fazia xixi de pé. E eram 3 mictórios sem separação por parede. Aí, a gente tinha que ir passando por trás das pessoas pra chegar no mictório vazio. Horrível.
Aí, chegaram uns homens policiais na porta do banheiro. E eu vi e olhei pro meu parceiro. Ele fez um sinal pra eu esperar todas as mulheres saírem e sair. Então, esperei e saí. Com medo, claro.
Mas o policial que estava puxando a arma olhou e falou "É mulher", com cara de desapontado. E eu saí. Ainda perguntei "O que é isso?". O policial respondeu "Vai praquele lado que vai ficar rudo bem". E eu fui. Antes, olhei pro meu parceiro e ele fez sinal pra eu ir e continuar.
Aí, de repente, eu estava passando por um parquinho, tipo área de diversão de shopping. E tinha um brinquedo à la Double Shock do Playcenter.
E eu quis ir. Eu e a minha "filha", que já era adulta. E eu falei "Não fala nada. Fica quietinha o tempo todo". E o brinquedo começou a mexer. Só que ele virava de ponta cabeça e as travas estavam ruins. Ui, ainda lembro do medo. E a menina falou alguma coisa, mas não era nada comprometedor.
Saímos e ela foi pra um lado, eu fui pra outro.
Hehehe..
nada a ver. Ainda tem mais, mas deixa pra lá....
Essa manhã, por exemplo, eu tive um dos mais esquisitos, mas recorrentes sonhos. Eu já tive um igual ou bem parecido. Quem sabe uma continuação? Mas eu lembro de coisas e detalhes estranhos...
Foi assim:
Eu estava com o Bhuda e a gente queria revelar umas fotos. E tinha alguém com a gente. Não lembro se era a Marli (sogra) ou minha mãe. A gente foi pra um shopping tipo shopping de praia: térreo e de madeira, com lugares abertos. Aí, não sei porque, mas o nome do lugar que revelava foto era "bhudathais". E a gente deixou as fotos pra serem reveladas.
E saímos. De repente, eu estava numa reunião de uma organização secreta (heheheh) vendo fotos e ouvindo um pouco sobre cada "inimigo" que estava por lá (no shopping, ainda). E eu conhecia as pessoas que estavam naquela sala. Todas. Sabia o nome, a idade, o telefone...
Enfim, a gente se dividiu em duplas e foi embora, atrás dos inimigos. A minha dupla era um homem, já tiozinho. Agora não lembro o nome dele, mas lá na hora eu lembrava. E a gente foi ao banheiro, que era o nosso "território de busca".
O banheiro era um capítulo à parte: tinha duas portinhas no meio. A da esquerda ia pro banheiro masculino e a direita pro feminino. O mais engraçado era que todo mundo (inclusive as mulheres) fazia xixi de pé. E eram 3 mictórios sem separação por parede. Aí, a gente tinha que ir passando por trás das pessoas pra chegar no mictório vazio. Horrível.
Aí, chegaram uns homens policiais na porta do banheiro. E eu vi e olhei pro meu parceiro. Ele fez um sinal pra eu esperar todas as mulheres saírem e sair. Então, esperei e saí. Com medo, claro.
Mas o policial que estava puxando a arma olhou e falou "É mulher", com cara de desapontado. E eu saí. Ainda perguntei "O que é isso?". O policial respondeu "Vai praquele lado que vai ficar rudo bem". E eu fui. Antes, olhei pro meu parceiro e ele fez sinal pra eu ir e continuar.
Aí, de repente, eu estava passando por um parquinho, tipo área de diversão de shopping. E tinha um brinquedo à la Double Shock do Playcenter.
E eu quis ir. Eu e a minha "filha", que já era adulta. E eu falei "Não fala nada. Fica quietinha o tempo todo". E o brinquedo começou a mexer. Só que ele virava de ponta cabeça e as travas estavam ruins. Ui, ainda lembro do medo. E a menina falou alguma coisa, mas não era nada comprometedor.
Saímos e ela foi pra um lado, eu fui pra outro.
Hehehe..
nada a ver. Ainda tem mais, mas deixa pra lá....
1 de jun. de 2005
Comida
Eu adoro cozinhar.
Não gostava muito, mas agora eu adoro.
Tento fazer as coisas mais variadas, mais gostosas.
Sempre cozinho na janta, pro Bhuda ter uma comida fresquinha.
Mas não tem dado. Se a Melissa dorme às 16:00, eu tenho que fazer comida às 16:00. E aí, às 20:00, que é quando o Bhuda chega, a comida está fria e murcha e sem graça.
Isso é muito triste.
Ou é isso ou é a Thais cozinhando com filho no colo. O que não é lá fácil. Mas já foi feito algumas vezes.
E eu fico frustrada... Mesmo com o Bhuda falando que tá tudo gostoso.
Essa vida de dona de casa...
Não gostava muito, mas agora eu adoro.
Tento fazer as coisas mais variadas, mais gostosas.
Sempre cozinho na janta, pro Bhuda ter uma comida fresquinha.
Mas não tem dado. Se a Melissa dorme às 16:00, eu tenho que fazer comida às 16:00. E aí, às 20:00, que é quando o Bhuda chega, a comida está fria e murcha e sem graça.
Isso é muito triste.
Ou é isso ou é a Thais cozinhando com filho no colo. O que não é lá fácil. Mas já foi feito algumas vezes.
E eu fico frustrada... Mesmo com o Bhuda falando que tá tudo gostoso.
Essa vida de dona de casa...
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